Jornal do Commercio
PLANOS DE ASSINATURA

Netflix mantém preços no Brasil apesar de aumentos no exterior

Nos Estados Unidos, o serviço de streaming aumentará o preço de seu plano mais popular em 18%

Publicado em 15/01/2019, às 21h47

Segundo a Netflix, alterações de preços acontecem de maneira restrita para cada mercado  / Foto: LIONEL BONAVENTURE / AFP
Segundo a Netflix, alterações de preços acontecem de maneira restrita para cada mercado
Foto: LIONEL BONAVENTURE / AFP
Estadão Conteúdo

A Netflix elevou os preços de todos os seus planos de assinatura nos Estados Unidos, uma medida que dará à gigante de streaming mais flexibilidade para continuar com seus gastos agressivos com conteúdo diante de um cenário mais acirrado de competição no mercado. A companhia aumentará o preço de seu plano mais popular em 18%, de US$ 11 para US$ 13. Já o plano mais básico da companhia terá seu valor aumentado de US$ 8 para US$ 9 por mês.

"Alteramos os preços periodicamente à medida que continuamos investindo em entretenimento e melhorando a experiência global da Netflix em benefício de nossos membros", disse um porta-voz da companhia. Os novos preços entrarão em vigor imediatamente para novos clientes e serão aplicados às contas de clientes existentes nos próximos meses, de acordo com fontes familiarizadas com os planos.

Brasil

Apesar de ter anunciado o aumento dos preços nos planos negociados nos EUA, a Netflix não aumentou os valores dos planos vendidos no Brasil. Em nota, a empresa disse que "aumentou os preços nos Estados Unidos e em alguns mercados da América Latina e do Caribe onde a cobrança é feita em dólares, o que não inclui o Brasil".



Segundo a Netflix, alterações de preços acontecem de maneira restrita para cada mercado, de forma que o aumento no mercado americano não é indicativo de mudanças em outras regiões.

Os planos da Netflix subiram entre US$ 1 e US$ 2 nos Estados Unidos. A medida é parte de uma política de empresa de aumentar investimentos em produções próprias.

A notícia animou investidores: os papéis da companhia na Nasdaq operavam em alta de 6,81% às 16h38 (de Brasília).





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