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Benjamim Taubkin toca em Olinda com grupo pernambucano

Ele é uma das atrações do Olinda Jazz

Publicado em 01/12/2012, às 06h05

AD Luna

Pianista, compositor e arranjador Benjamim Taubkin é uma das atrações de hoje do Olinda Jazz, no Mercado da Ribeira, às 21h. Ele tocará junto com o Oreka TX, do País Basco, e do grupo Bongar, de Pernambuco. Além do lado músico, o paulista é uma atuante figura no desenvolvimento e divulgação da produção musical brasileira, estando à frente da gravadora e produtora Núcleo Contemporâneo e do centro cultural Casa do Núcleo. Ambos sediados em São Paulo.

O Oreka TX trabalha com a txalaparta, uma instrumentação percussiva básica, a qual talvez seja a mais tradicional do seu país. Com o Bongar, Taubkin participou de um DVD (gravado em Peixinhos e que deve ser lançado em 2013), tocando três músicas. “Foi uma experiência muito bonita”, define.

Ele e o grupo pernambucano também iniciaram a produção de um CD inteiro. “As primeiras sessões aconteceram no ano passado, em São Paulo, e 80% das gravações já foram feitas. Acho a música deles muito verdadeira, natural e com muita qualidade”, elogia.



Benjamim Taubkin ressalta a importância desses intercâmbios. Ele reconhece a importância da internet com essa diminuição da fronteiras. Entretanto, ela não suplanta o fator presencial. “É importante estar nos lugares  onde a música se origina, porque você toma contato com a cultura, com costumes. Isso cria laços mais fortes. É difícil substituir essa experiência direta”, explica.

Vistas como instrumento de salvação da cultura nacional por muitos artistas e produtores, as leis de incentivo são avaliadas com ponderação por Benjamim Taubkin. “Claro que acho importante o estado atuar no desenvolvimento da cultura. Mas ele deveria ajudar a reforçar a autonomia dos músicos, criar ferramentas para que esses sejam independentes de fato“, opina.

Outro alvo de sua análise são as programações musicais da maioria das rádios e TVs do País. Para ele, hoje se toca tanto lixo que isso poderia ser interpretado como um ataque à soberania nacional. “Vivemos quase uma barbárie cultural”, dispara.

Leia mais no Caderno C deste sábado (1°).


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