Jornal do Commercio
Memória

Iphan pode tombar imóvel onde Clarice Lispector morou no Recife

Presidente da Fundaj vai encaminhar ofício ao Instituto solicitando ação

Publicado em 06/07/2017, às 15h32

Atualmente, estátua da escritora está localizada na praça Maciel Pinheiro / Valéria Oliveira/JC
Atualmente, estátua da escritora está localizada na praça Maciel Pinheiro
Valéria Oliveira/JC
JC Online

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Luiz Otávio Cavalcanti, entregará, na próxima segunda-feira (10), um ofício solicitando ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o tombamento do imóvel onde residiu a escritora Clarice Lispector, no Recife.

Segundo Luiz Otávio, o projeto de recuperação do imóvel já foi passado por Rilani Algranti, representante da Santa Casa de Misericórdia, responsável por cuidar do sobrado colonial onde viveu Clarice durante a infância. Clarice veio à capital pernambucana com a família, da Ucrânia, chegando na cidade em 1922.



“Eu sou leitor de Clarice e me entristece ver as condições de abandono do lugar onde ela morou. Fui inspirado pela ideia e tomei a iniciativa de colocá-la em prática. Ao tratar do assunto com Rilani, recebemos o projeto de recuperação e, logo em seguida, entregamos os documentos ao ministro da cultura”, comentou o presidente da Fundaj, em comunicado divulgado pela assessoria de imprensa.

PROPOSTA

A ideia é que o local, que ocupa a esquina da Rua do Aragão com a Travessa do Veras, no bairro da Boa Vista, deve ser restaurado e transformado em espaço cultural, celebrando o legado da escritora. Lispector viveu no Recife até os oito anos e, em seus escritos, exaltou a relação com a cidade em várias ocasiões.


Palavras-chave




Comentar


Nome E-mail
Comentário
digite o código
Desejo ser notificado de comentários de outros internautas sobre este tópico.

OFERTAS

Especiais JC

Copa América no Brasil Copa América no Brasil
Confira a relação da Copa América com o Brasil, o histórico e detalhes da edição deste ano, na qual a seleção terá que se virar sem Neymar, cortado do torneio. Catar e Japão participam como convidados
O nome dele era Gabriel Diniz O nome dele era Gabriel Diniz
José Gabriel de Souza Diniz, o Gabriel Diniz, ou simplesmente GD como os fãs o chamavam, morreu precocemente, aos 28 anos, em um acidente com um pequeno avião no litoral sul de Sergipe ocorrido na segunda-feira, 27 de maio de 2019.
Conheça o udigrudi pernambucano Conheça o udigrudi pernambucano
O udigrudi pernambucano reuniu um grupo de talentosos jovens músicos que, na primeira metade dos anos 70, gravou discos absolutamente não comerciais, fez rock and roll na terra do frevo, produziu festivais, insistiram na permanência do sonho.

    SIGA-NOS

    LICENCIAMENTO

  • Para solicitação de licenciamento, contactar editores@ne10.com.br

Jornal do Commercio 2019 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE |

PRIVACIDADE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM