Jornal do Commercio
Cais do Sertão

'Quando a vida é uma euforia': exposição de Joana Lira é encerrada com festividade

No sábado (16), Flaira Ferro, Maurício Badé e Lucas dos Prazeres se apresentam

Publicado em 14/03/2019, às 18h15

Joana Lira na festa de abertura da exposição, que também foi em clima de celebração / Josivan Rodrigues/Divulgação
Joana Lira na festa de abertura da exposição, que também foi em clima de celebração
Josivan Rodrigues/Divulgação
JC Online

A exposição Quando a Vida É Uma Euforia, de Joana Lira, encerra suas atividades no Cais do Sertão neste domingo (17). Em consonância com o espírito da mostra, no sábado (16) haverá uma grande celebração, com direito a programação musical e participações de Flaira Ferro, Maurício Badé, Lucas dos Prazeres, entre outras atrações. 

Na sexta (15) e no sábado (16), o projeto Eletrobike, do VJ Mozart, dá vida aos personagens carnavalescos de Joana, que através de efeitos de vídeo e mapping desfilam e interagem pela Rua Mamede Simões e Marco Zero ao Cais do Sertão.

No sábado, as ações têm início às 16h. A festa de encerramento, chamada de Festa Chuva de Brilho, contará com o Som na Rural, sob o comando de Roger de Renor, no Espaço Umbuzeiro, vão do Centro Cultural Cais do Sertão. A programação gratuita traz shows da cantora recifense Flaira Ferro e dos percussionistas Maurício Badé e Lucas Prazeres.



Acessibilidade

A exposição garante, durante todo seu horário de funcionamento (das 9h às 17h), a presença de dois interpretes de libras e libras tátil, para atender ao público com deficiência. A exposição preparou uma programação especial que tem início no vão do Centro Cultural Cais do Sertão, o Espaço Umbuzeiro, e segue para a Sala São Francisco, no segundo andar, sempre com a companhia de um dos mediadores, que apresenta ao convidado, os contraste que cada núcleo carrega, através dos recursos auditivos e visuais que são evidenciados em todas as etapas da exposição. 

O local conta ainda com fones de ouvido, reproduzindo depoimentos de Joana Lira, Ariano Suassuna, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Tereza da Costa Rego, Lula Cardoso Aires e Vicente do Rego Monteiro sobre a obra da artista.


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