Jornal do Commercio
Política comercial

Amcham rebate Trump e diz que não faz sentido acusar Brasil

Para a Amcham, o protecionismo prejudica não apenas as empresas norte-americanas no comércio bilateral, mas também as brasileiras

Publicado em 01/10/2018, às 23h59

Para Amcham, o protecionismo não é uma política direcionada a grupos norte-americanos, como sugeriu Trump  / MANDEL NGAN / AFP
Para Amcham, o protecionismo não é uma política direcionada a grupos norte-americanos, como sugeriu Trump
MANDEL NGAN / AFP
Estadão Conteúdo

Ao comentar as críticas feitas hoje pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à política comercial do Brasil, o presidente da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Hélio Magalhães, observou que o protecionismo prejudica não apenas as empresas norte-americanas no comércio bilateral, mas também a competitividade das próprias companhias brasileiras.

Segundo ele, o protecionismo não é uma política direcionada a grupos norte-americanos, como sugeriu Trump ao dizer que o Brasil trata injustamente as empresas de seu país. A declaração foi dada num momento em que Trump equiparou os impostos cobrados no País às tarifas classificadas por ele como "tremendas" da Índia.



'Brasil sempre protegeu produção interna'

"A questão é que o Brasil é um país que sempre protegeu a produção interna. Isso, que não é nenhuma novidade, afeta igualmente todos que produzem em solo brasileiro", comentou Magalhães, lembrando também que o Brasil tem poucos acordos comerciais.

"Mas não faz sentido dizer que o Brasil trata mal as empresas americanas. Todas são tratadas da mesma maneira", comentou o presidente da Amcham.





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