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Crescimento

Energia solar vai superar a hidrelétrica no Brasil

Segundo a ONU, investimentos ultrapassam os U$160 milhões no mundo

Publicado em 20/08/2018, às 15h34

Acredita-se que até 2040 a energia eólica superará a energia elétrica no Brasil. / Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Acredita-se que até 2040 a energia eólica superará a energia elétrica no Brasil.
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Estadão Conteúdo

No mundo, os investimentos em energia solar crescem diariamente, com recursos que já ultrapassam US$ 160 bilhões, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), e o Brasil não fica atrás. 

 A energia solar está ganhando espaço no mercado nacional e já é usada em mais de 30 mil residências e empresas. Até 2040, a estimativa é que a produção de energia solar e eólica vá superar a produção de energia hidrelétrica no Brasil, podendo atingir 40% da matriz energética nacional.  

Uma das empresas que está injetando investimentos em energia solar fotovoltaica no Brasil é o Grupo Rio Alto, que acaba de entregar em Coremas, no sertão da Paraíba, um complexo de 10 usinas com capacidade de gerar 300 MWp. Três delas já estão em operação, gerando 93 MWp em uma área de 300 hectares, os outros sete parques com capacidade de 210 MWp já estão totalmente desenvolvidos e prontos para implantação.  



“Fundamos o Grupo Rio Alto em 2009 com o objetivo de desenvolver projetos de energia renovável, mas, acima de tudo, pensando no futuro das próximas gerações e em um desenvolvimento sustentável. Tenho orgulho de participar da transformação da cidade de Coremas e contribuir para uma economia mais verde no Brasil”, comenta Rafael Brandão, cofundador do Grupo Rio Alto.  

Para viabilização do projeto, que irá gerar empregos e oportunidades na região, o Grupo Rio Alto teve como financiadores o Banco do Nordeste e o Banco BTG Pactual, além disso, firmou importantes parcerias com a União Europeia, pioneira em energias renováveis e em soluções contra as mudanças climáticas. Entre as empresas parceiras estão a Nordic Power Partners, uma join venture entre o IFU (Fundo Soberano da Dinamarca) e a EE (European Energy). 

 

Projetos como este estimulam o uso de recursos energéticos renováveis, limpos e inesgotáveis. Além disso, incentivam empresas e consumidores a investir no mercado de geração de energia como um negócio de longo prazo





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