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Leilão

Empresa espanhola oferece R$ 1,8 bi pela concessão dos aeroportos do NE

Entre os aeroportos presentes na concessão do bloco Nordeste, está o Aeroporto Internacional Gilberto Freyre, no Recife

Publicado em 15/03/2019, às 10h37

O Aeroporto do Recife é o mais disputado no bloco Nordeste / Foto: Ministério da Infraestrutura
O Aeroporto do Recife é o mais disputado no bloco Nordeste
Foto: Ministério da Infraestrutura
JC Online

Atualizadas às 11:53

O leilão de privatização dos aeroportos do bloco Nordeste começou na B3 Bolsa de Valores de São Paulo, nesta sexta-feira (15) e foi um grande sucesso. Estavam concorrendo a concessão do Bloco Nordeste - que inclui o Aeroporto do Recife –, os seguintes grupos Aena, CPC, Consórcio Região Nordeste, Fraport, Vinci, Zurich Airport. O valor mais alto pela concessão, foi o da empresa espanhola Aena Desarollo, que venceu e irá desembolsar R$ 1,9 bilhão.

Na segunda fase do leilão dos aeroportos, a expectativa era de que três grupos (Aena, Zurich e Consórcio Nordeste) disputassem o Bloco Nordeste oferecendo lances na viva-voz. O Bloco Nordeste inclui o aeroporto do Recife.

Além da vitoriosa Aena, foram apresentadas mais duas propostas: a francesa Zurich Airport que ofereceu R$ 1,8 bilhão e a brasileira CPC de R$ 1,7 bilhão. Durante o leilão, as duas últimas vão lançando valores para chegar ao valor oferecido pela espanhola (Aena), primeira colocada.

 

 

Leilão

O valor mínimo da outorga (valor pago para explorar a concessão) estabelecido pelo governo federal foi de R$ 171 milhões à vista para o Bloco Nordeste. No entanto, a empresa que ofereceu o maior valor, Aena Desarrollo, foi de R$ 1,8 bilhão. A concessão será por um período de 30 anos.

 

 

Bloco Sudeste

Os outros dois blocos são o Sudeste – com aeroportos de Vitória (ES) e Macaé (RJ) – e o Centro-Oeste, com terminais de Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta, todos em Mato Grosso. 

Neste bloco, o valor mínimo da outorga será de R$ 47 milhões, enquanto no do Centro-Oeste foi fixado o valor de R$ 800 mil. O governo espera arrecadar, R$ 219 milhões com as outorgas. O ágio (diferença entre o lance mínimo e o valor final) deve ocorrer só no bloco Nordeste, segundo especialistas.





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