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INDÚSTRIA

CNI avalia apoio de Trump à entrada do Brasil na OCDE como 'decisivo'

A gerente de Política Comercial da CNI, Constanza Negri, avalia que o Brasil avançou muito na convergência de políticas para participar da OCDE

Publicado em 19/03/2019, às 15h57

"É o país não-membro com a maior adesão aos instrumentos da organização - já aderiu a cerca de 30% dos instrumentos que envolvem, por exemplo, comércio, tributação e governança", avaliou Negri
Foto: Miguel Ângelo/CNI
Estadão Conteúdo

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou como decisivo o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Washington nesta terça-feira (19) Trump afirmou que irá apoiar a entrada do Brasil na OCDE. "Eu estou apoiando o Brasil para entrar na OCDE", disse, no Salão Oval da Casa Branca, onde recebeu o presidente Bolsonaro.

"A indústria entende que o ingresso na organização vai acelerar o processo de reformas estruturais e aperfeiçoar a qualidade regulatória do País, condições necessárias para melhorar o ambiente de negócios e promover o crescimento econômico", diz a CNI em nota.

A gerente de Política Comercial da CNI, Constanza Negri, avalia que o Brasil avançou muito na convergência de políticas para participar da OCDE. "É o país não-membro com a maior adesão aos instrumentos da organização - já aderiu a cerca de 30% dos instrumentos que envolvem, por exemplo, comércio, tributação e governança. Além disso, o governo brasileiro está comprometido com as reformas da Previdência e reconhece a importância da reforma tributária", avalia.



Compromissos

A entidade lembra que o Brasil pediu para fazer parte da OCDE em maio de 2017. Se o pedido for aceito, destaca a CNI, o País terá de assumir compromissos com impactos significativos na economia e na indústria. Entre os benefícios, a CNI destaca a melhoria do ambiente regulatório, a modernização institucional, o aprimoramento da governança e a convergência às melhores práticas internacionais.

"Os desafios são grandes, mas o acesso à OCDE é uma oportunidade para a modernização institucional do Brasil e para a concretização das reformas estruturais há muito tempo defendidas pela indústria", afirma a gerente.

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