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BRASÍLIA

Após quase 4 horas de reunião com ministro, caminhoneiros descartam greve

Com promessa de que o governo vai fiscalizar o cumprimento da tabela de preços mínimos para o frete rodoviário, caminhoneiros descartaram uma nova paralisação

Publicado em 22/04/2019, às 22h01

Cerca de 30 representantes da categoria estiveram reunidos com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes / Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Cerca de 30 representantes da categoria estiveram reunidos com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Estadão Conteúdo

Com a promessa de que o governo vai fiscalizar o cumprimento da tabela de preços mínimos para o frete rodoviário, caminhoneiros descartaram nesta segunda-feira (22) a chance de uma nova paralisação. Cerca de 30 representantes da categoria estiveram reunidos por quase quatro horas com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na sede da pasta em Brasília. Ao deixar o encontro, eles afirmaram que as bases "foram acalmadas".

"Não houve um acordo, mas sim um compromisso de uma agenda positiva", disse o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno. Ele afirmou que os representantes levaram ao governo algumas questões que não eram de conhecimento das autoridades e que, em troca, receberam o compromisso de que a tabela será de fato fiscalizada. "Esse compromisso deve acalmar as bases e não deve haver paralisação nesse momento", disse.

Reajuste de acordo com preço do diesel

Outra questão que, segundo os representantes, teria sido fechada pelo governo, é a promessa de que a tabela será reajustada de acordo com as mudanças do preço do diesel. O primeiro reajuste seria feito até o dia 29, de acordo com as alterações que o valor do combustível sofreu desde o início do ano. Segundo Bueno, o governo ficou de calcular de quanto será essa mudança. "A categoria está confiante nesse governo", disse.



Agentes de fiscalização

Um dos líderes da categoria, Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, afirmou que os próprios caminhoneiros deverão ser agentes de fiscalização, levando denúncias de empresas que não estão cumprindo a tabela à CNTA, que por sua vez repassará à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e governo. O ministério teria se comprometido também a retirar multas a motoristas que fizerem as denúncias.

Dedéco, que participou da convocação de uma nova paralisação para o dia 29 de abril, pediu que os caminhoneiros "se acalmem e esperem".




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