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Comissão da Mulher Advogada da OAB-PE defende igualdade de gênero

Comissão permanente da Ordem faz ações voltadas para mulheres, sejam elas advogadas ou não, com apoio da Caape

Publicado em 19/12/2017, às 17h30

Os advogados Bruno Baptista e Ana Luiza Mousinho foram convidados da TV JC para falar sobre a Mulher Advogada / Reprodução/TVJC
Os advogados Bruno Baptista e Ana Luiza Mousinho foram convidados da TV JC para falar sobre a Mulher Advogada
Reprodução/TVJC
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A Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Pernambuco (OAB-PE) entra em 2018 com a missão de continuar lutando pela igualdade de gênero não só na advocacia, mas em toda a sociedade. É o que defende a presidente da comissão, a advogada Ana Luiza Mousinho. "Nossa luta é para que consigamos mais mulheres na política, mais mulheres participando da sociedade civil, com salários iguais, com direitos estabelecidos, resguardados, e as mulheres advogadas com suas prerrogativas de advogadas resguardadas. Sem dúvida, essa é a nossa intenção", afirmou durante entrevista.

Com o apoio da Caixa de Assistência aos Advogados de Pernambuco (Caape), a Comissão defende os direitos da mulher, promove ações e audiências públicas sobre o tema, debate assuntos de interesse feminino, valoriza o trabalho das mulheres na área e ainda promove serviços de saúde para advogadas, entre outras atividades. Ana Luiza Mousinho e o presidente da Caape, Bruno Baptista, foram convidados da TV JC nesta terça-feira (19). Assista:



Bruno Baptista observa que, nos últimos anos, os resultados são visíveis, já que mais mulheres têm dado um passo à frente e se colocado no ambiente da advocacia, que já foi muito mais masculino. "Em um meio que é tão machista quanto a advocacia, há um número cada vez maior de mulheres. Estudam mais, são mais qualificadas, cada vez mais as mulheres vão ocupando sem espaço merecido dentro da advocacia, dentro do sistema", diz.



Comentários

Por GABRIELA TEREZA,20/12/2017

Salários iguais de homens e mulheres já é notório que temos. Se formos concursadas ganharemos iguais aos homens; se trabalharmos nas mesma profissões nem empresas privadas ganharemos iguais aos homens. Algumas vezes o que diferencia o salário é o fato das mulheres não fazerem horas extras, adicional noturno e nem trabalharem em locais insalubres e perigosos. Fora isso o salário é igual.



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