Jornal do Commercio
21º Prêmio ISS

Ser Educacional aposta na inovação para driblar a crise

O grupo ficou entre os quatro maiores contribuintes do tributo no Recife. Grande mérito dessa conquista foram as inovações incorporadas no setor em 2017, muitas dessas voltadas ao desenvolvimento tecnológico dentro das salas de aula

Publicado em 06/12/2018, às 13h21

Prédio da Uninassau, um dos centros universitários do grupo / Foto: Divulgação
Prédio da Uninassau, um dos centros universitários do grupo
Foto: Divulgação
Lucas Moraes
Maria Eduarda Bravo

Um dos maiores grupos educacionais do País, o Ser Educacional também foi o que mais contribuiu para o município do Recife arrecadar cerca de R$ 16 milhões em ISS em 2017. O grupo ficou entre os quatro maiores contribuintes do tributo no Recife. Grande mérito dessa conquista foram as inovações incorporadas no setor em 2017, muitas dessas voltadas ao desenvolvimento tecnológico dentro das salas de aula.

Este ano o grupo também investiu num parque de inovação e desenvolvimento de startups, a Overdrives, e ainda expandiu seus polos de educação a distância. Completando 15 anos no mercado, a Ser Educacional hoje é uma companhia de capital aberto que faturou apenas no terceiro trimestre deste ano R$ 286 milhões.



O presidente do grupo, Jânyo Diniz, lembra que em 2017 o grupo investiu R$ 150 milhões e gerou mais de mil empregos diretos e indiretos no município. “Foi no Recife que se deu o início da nossa história. Trabalhamos para oferecer educação de qualidade para a sociedade e faz parte da nossa missão contribuir com o desenvolvimento da cidade. Investimos em um projeto de transformação digital, que deve melhorar muito a qualidade dos serviços prestados, a experiência dos nossos alunos e o relacionamento com a sociedade”, diz o executivo.

A crise, no entanto, não vem ajudando o setor. Segundo dados divulgados pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe) , o número de alunos matriculados em 2017 apresentou queda, entre 3% a 4%, respectivamente. De acordo com o sindicato, a crise econômica também a afetou o segmento educacional. O professor e presidente do Sinepe, José Ricardo Diniz, adianta que, mesmo com o registro da perceptível queda no número de alunos nas organizações privadas, o forte desenvolvimento da educação no município se deu graças à competitividade do mercado e ao leque de opções fornecidas pelas instituições. “O setor está sofrendo também pela crise, mas acho que a competitividade entre as escolas e universidades é tão grande que eu vejo como um dado positivo.”



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