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Evandro Carvalho preocupado com o Campeonato Pernambucano de 2018

Evandro Carvalho foi o convidado do Futebol na Rede, da TV JC

Publicado em 09/01/2017, às 15h49

Evandro participou do Futebol na Rede / Reprodução
Evandro participou do Futebol na Rede
Reprodução
JC Online

O presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, foi o convidado desta segunda-feira (9/1) no programa Futebol na Rede, da TV JC. Dentre os diversos assuntos abordados, o mandatário se mostrou preocupado quanto o Campeonato Pernambucano de 2018. Segundo ele, há dois modelos em pauta para a competição do ano que vem. Enquanto um prioriza a manutenção dos empregos dos atletas profissionais, o outro visa uma melhor qualidade dos campos utilizados no Estadual. 

"Nós vamos ter um embate muito severo agora no segundo semestre. Nós vamos privilegiar os gramados e aí desclassificar clubes, desqualificar estádios e diminuir as competições, só realiza-las em gramados com muitas boas condições, ou vamos manter como fizemos esse ano, com esse tipo de gramado, para manter o emprego e a atividade desses clubes. É uma decisão que vai ter que ser tomada agora no segundo semestre, pois a CBF deseja em 2018 implantar o seu caderno de encargos. Isso inclui, dentro de diversos itens, a questão de qualificação do gramado. Hoje, aquele gramado do Ademir Cunha não estaria apto para jogos, atendendo a esse novo critério de qualificação", afirmou Evandro. 



14 MIL JOGADORES DESEMPREGADOS

O segundo modelo, que ignora a condição dos gramados e visa a realização mais jogos entre os times pequenos, é o modelo defendido pela CBF e pelo Governo Federal. Evandro afirmou que, caso não seja aceito esse formato de competição, cerca de 14 mil jogadores poderão ficar desempregados. 

"O problema são os gramados. Não existe a menor possibilidade de realizar esse modelo e exigir que esses campos tenham um nível de gramado creditado para competição profissional. Não existe. Nós vamos ter que optar. Vamos atender a uma demanda do Governo ou encerrar esse modelo. Se presume em uma perca de 14 mil empregos diretos de jogadores", concluiu. 





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