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Feminino

Cristiane fará novos exames para saber gravidade de lesão

Jogadora foi substituída no começo da prorrogação contra a França, que tirou o Brasil do Mundial nas oitavas de final ao vencer por 2x1

Publicado em 24/06/2019, às 14h57

Cristiane é jogadora do São Paulo e foi apenas uma das várias atletas que sofreram por causa de lesões durante o Mundial  / AFP
Cristiane é jogadora do São Paulo e foi apenas uma das várias atletas que sofreram por causa de lesões durante o Mundial
AFP
JC Online

Depois de se lesionar e precisar ser substituída no primeiro tempo da prorrogação do confronto entre Brasil e França, no último domingo, em Le Havre, pelo Mundial Feminino, Cristiane será submetida a novos exames em solo brasileiro para saber da gravidade do problema. A informação foi confirmada por Nemi Sabeh Jr., médico da seleção feminina de futebol, que é cirurgião ortopedista.

A atacante precisou deixar o campo amparada por causa de dores na coxa e não pôde mais ajudar o Brasil na continuidade do tempo extra do duelo, no qual as francesas marcaram o gol que garantiu o triunfo por 2 a 1 sobre a equipe comandada por Vadão, eliminada nas oitavas de final da competição realizada em solo francês.

"Ela sentiu uma dor na coxa esquerda, no músculo quadríceps, e não conseguiu continuar a partida. Fiz uma avaliação clínica, mas o ideal é aguardar de 24 a 48 horas para ver a evolução e, então, fazer exames complementares quando chegar ao Brasil para entender o estado real da lesão", explicou Nemi Sabeh Jr.

Cristiane é jogadora do São Paulo e foi apenas uma das várias atletas que sofreram por causa de lesões durante o Mundial e às vésperas do torneio. Marta, por exemplo, se machucou em Portimão, cidade portuguesa onde a equipe nacional realizou o seu período final de preparação antes de viajar até a França. A estreal, eleita por seis vezes a melhor do mundo pela Fifa, ficou fora da estreia brasileira no Mundial, diante da Jamaica, por não ter conseguido se recuperar plenamente de uma lesão na coxa esquerda.



PROTOCOLO

"Para a sua recuperação, o protocolo indicado foi fortalecimento pra adaptação da musculatura e resistência para o estímulo de performance. Além disso, o critério adotado para o seu retorno foi progressivo. Participação de 45 minutos no seu primeiro jogo, e 15 adicionais na sua segunda partida", disse o médico da seleção, se referindo ao confronto diante da Austrália, pela segunda rodada da fase de grupos do torneio, e ao jogo contra a Itália, na qual Marta marcou o gol de pênalti que assegurou o triunfo das brasileiras por 1 a 0 e a consequente classificação às oitavas de final.

Já a meio-campista Formiga, que ficou fora da partida diante das italianas por estar suspensa, acabou lesionando o tornozelo também contra a Austrália. Neste último domingo, ela acabou sendo substituída durante o segundo tempo na derrota para a França. Após sofrer uma entorse, a veterana de 41 anos teve um lesão parcial em um ligamento, mas conseguiu ficar em condições de encarar as francesas.

"O tratamento consistiu em eletroterapia, analgesia e anti-inflamatório. E fortalecimento muscular em cadeia cinética aberta para reabilitação. Formiga chegou a fazer trabalho em campo, como corrida, para estímulo, além de treinar sábado com o grupo antes da partida contra a França", afirmou Nemi Sabeh Jr. ao lembrar de como foi a recuperação da jogadora para poder atuar nas oitavas de final do Mundial.


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