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AFLITOS

Executivo e Conselho do Náutico estimam reforma dos Aflitos em R$ 2,4 milhões

A reunião aconteceu na noite desta segunda-feira para tratar do retorno do Alvirrubro ao Eládio de Barros Carvalho

Publicado em 23/05/2016, às 22h14

Náutico pode voltar a jogar no estádio dos Aflitos em 2017 / Foto: JC Imagem
Náutico pode voltar a jogar no estádio dos Aflitos em 2017
Foto: JC Imagem
Filipe Farias
Twitter: @_filipefarias

O Náutico deu o primeiro passo para retornar aos Aflitos. Na noite desta segunda-feira, o Conselho Deliberativo e a Gestão Executiva do clube se reuniram no clube para discutirem sobre as condições necessárias para fazer com que o estádio Eládio de Barros Carvalho possa voltar a receber jogos do time alvirrubro.

"Tivemos uma reunião importante junto com o Executivo e discutimos sobre algumas premissas para viabilizar a reforma dos Aflitos: despesas, orçamentos, campanha de sócio e chegamos a conclusão que o valor mínimo para conseguirmos isso é com a quantia de R$ 2,4 milhões, isso para reformar, ou de R$ 6 milhões a R$ 8 milhões para deixar o estádio completamente novo e melhor", disse Gustavo Ventura, presidente do Conselho Deliberativo do Náutico.

De acordo com Ventura, em nenhum momento da reunião foi discutido sobre a Arena. O assunto em pauta foi exclusivamente os Aflitos. "Nós tratamos somente sobre o que temos de fazer para voltar a jogar nos Aflitos, reformar o gramado, trocar a iluminação, vestiários, cadeiras e arquibancadas, banheiros. Enfim, fazer com que o estádio tenha condições de receber uma partida de futebol".

Para finalizar, Gustavo Ventura fez questão de dizer que as conversas não se encerraram no dia de hoje, e que não existe um prazo para que o Náutico volta a jogar no Eládio de Barros carvalho.

"Semana que vem teremos uma nova reunião. O que queremos, junto com o Executivo do clube, é dar velocidade ao tema. Fazer com que as coisas aconteçam. Sobre retornarmos a jogar em fevereiro do próximo ano, não é um prazo definido. Esse mês foi o ventilado por uma parte dos conselheiros. É claro que queremos muito que isso aconteça, mas não tem nada certo", contou Ventura.

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