Jornal do Commercio
Aflitos

Muricy Ramalho: 'fico feliz do Náutico ter lembrado de mim'

Em entrevista ao JC, ex-treinador relembrou passagem no Timbu

Publicado em 13/12/2018, às 11h54

Treinador sempre é homenageado quando retorna ao Recife / Alexandre Gondim/JC Imagem
Treinador sempre é homenageado quando retorna ao Recife
Alexandre Gondim/JC Imagem
Diego Toscano
Twitter: @diegotoscanoo

Um dos técnicos mais reconhecidos pela torcida alvirrubra na história recente, Muricy Ramalho chega hoje ao Recife. Campeão Pernambucano em 2001 e 2002 pelo Timbu, o ex-treinador participará da reabertura do estádio dos Aflitos, no domingo, sendo um dos técnicos do jogo preliminar, em homenagem ao ídolo Kuki. Ao JC, relembrou a passagem pelo clube alvirrubro, falou do caldeirão e do que espera encontrar no final de semana na Rosa e Silva.

“Fico feliz pelo Náutico ter lembrado de mim, ainda mais nessa volta aos Aflitos, que é muito importante para a recuperação do clube na parte esportiva. O Náutico caiu demais sem os Aflitos e a gente espera essa recuperação. (Esse ano) vi vários jogos pela internet. Na Série B também acompanhei bastante. Caiu muito de patamar. Tem que continuar se organizando para voltar a ser um time grande, que vai representar Pernambuco na Série A”, afirmou o treinador.

Muricy chegou ao Náutico em abril de 2001, logo após o Timbu perder para o Sport na Copa do Nordeste e do Ferroviário no Pernambucano. Chegava para missão espinhosa: evitar o hexacampeonato do Sport no ano do centenário do clube. Conseguiu, tirando o Náutico da fila de 11 anos sem títulos. Em 2002, novo título e nome marcado de vez na história da agremiação. Dez anos depois, quando veio jogar nos Aflitos treinando o Santos, Muricy foi nomeado conselheiro vitalício do time alvirrubro. Após sucesso na Rosa e Silva, a carreira de treinador, que se encerrou em 2016, engrenou. Foram 16 títulos, sendo quatro Brasileiros e uma Libertadores.



“Um ajudou o outro. O Náutico, no momento que cheguei, não estava bem. Eram 11 anos sem ganhar títulos e financeiramente muito mal. As campanhas (de 2001 e 2002) fizeram bem pros dois. Depois disso, segui minha carreira e continuei tendo resultados. Com isso, cheguei longe. Claro que o que fica guardado na memória são os títulos. Toda vez que jogava aí (nos Aflitos) o Náutico era muito forte, e sempre vem na minha cabeça as grandes conquistas que tivemos juntos”, disse.

TORCIDA

Muricy também falou sobre a torcida e o que espera ver na reabertura do caldeirão alvirrubro. “Quando chegar, espero reencontrar o carinho que eles sempre tiveram comigo. Também continuo tendo carinho por eles. É claro que estou mais apreensivo para ver a reação da torcida ao novo Aflitos. E estou como todo torcedor: curioso para ver o estádio”, finalizou.




Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.

OFERTAS

Especiais JC

Irmã Dulce e as lições que se multiplicam Irmã Dulce e as lições que se multiplicam
A Santa Dulce dos Pobres deixou um legado enorme por todo o país, e não poderia ser diferente em Pernambuco. Veja exemplos de quem segue o "anjo bom da Bahia"
Jackson era grande demais para um pandeiro Jackson era grande demais para um pandeiro
Em pouco tempo, Jackson do Pandeiro deixou claro que não se tratava apenas de uma voz a mais no cenário artístico pernambucano. Confira especial sobre o artista
Especial Novo Clima Especial Novo Clima
O inverno não é mais o mesmo. E nem o verão. Os efeitos da crise climática alteraram a rotina de milhares de cidadãos das grandes cidades. O JC traz reportagens especiais desvendando o "novo clima"

    SIGA-NOS

    LICENCIAMENTO

  • Para solicitação de licenciamento, contactar editores@ne10.com.br

Jornal do Commercio 2020 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE |

PRIVACIDADE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM