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"Ganhou campeonato de presente', diz vice do Náutico sobre críticas à arbitragem do Sport

Vice-presidente do Náutico, Diógenes Braga analisou a arbitragem do clássico e disse que prefere fazer a renovação quadro do que trazer o árbitro da Fifa

Publicado em 20/01/2020, às 11h37

Direção do Náutico aprovou a arbitragem do clássico /  Léo Lemos/Náutico
Direção do Náutico aprovou a arbitragem do clássico
Léo Lemos/Náutico
JC Online

O vice-presidente do Náutico, Diógenes Braga, ratificou a opinião do treinador Gilmar Dal Pozzo sobre a arbitragem do clássico entre Náutico e Sport, realizado no domingo. De acordo com o dirigente, a estreia do árbitro Michelangelo Almeida Júnior, de 24 anos, foi boa e a aposta da Federação Pernambucana de Futebol foi aprovada. Em entrevista ao comentarista da Rádio Jornal Ralph Carvalho, Diógenes ainda criticou a direção do Sport e alfinetou o rival sobre a conquista do título do Pernambucano de 2019.

"Sobre a arbitragem, a gente prefere focar no que é preciso melhorar. Sinceramente eu vejo surpresa isso. O Sport não poderia reclamar não, até porque ganhou o Campeonato de presente ano passado pela arbitragem. Eu prefiro apostar no Michelangelo que tem 24 anos, que estreou no Pernambucano no clássico e acho que fez uma arbitragem boa dentro do contexto do que trazer um árbitro Fifa, que vem de fora para cá e dá um  gol com dois metros de impedimento. Provavelmente o Sport prefira essa árbitro porque erra a favor do Sport. Eu prefiro apostar em um que cometeu erros para um lado e para o outro e apostar nele que está estreando e pode melhorar", observou o vice-presidente.



RITMO DE JOGO

Diógenes ainda ponderou sobre a pré-temporada do Náutico, que  teve uma preparação mais longa e, teoricamente, teria a vantagem para buscar a vitória no primeiro clássico do ano. O Sport só teve cerca de 15 dias de treino antes do primeiro compromisso da temporada. "Ritmo de jogo só vem com jogo. A pré-temporada é feita para condicionar o grupo principalmente para esta temporada que tem uma grande quantidade de jogos. Tivemos maior posse de bola, quantidade maior de finalizações, mas não colocamos a bola para dentro. A gente teve chance: a cabeçada de Álvaro, o chute de Jean, de Jorge. Tivemos totais condições de sair vencedor, mas não saímos", concluiu.    




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