Jornal do Commercio
Alvirrubro

Náutico e Odilávio chegam a acordo e desfecho não agrada clube

Vice-presidente de futebol, Diógenes Braga explicou como aconteceu o processo

Publicado em 14/02/2020, às 16h00

Atacante esteve no Figueirense por empréstimo no fim de 2019 e havia retornado ao Náutico / Foto: Léo Lemos/Náutico
Atacante esteve no Figueirense por empréstimo no fim de 2019 e havia retornado ao Náutico
Foto: Léo Lemos/Náutico
Fernando Castro
Twitter: @fernand0_castro

Depois de uma longa negociação e desgaste entre as duas partes devido a processos jurídicos, o Náutico e o atacante Odilávio finalmente entraram em acordo. O jogador, que tinha um pré-contrato assinado com o clube até o final da temporada, conseguiu a liberação e se transferiu para o Nõmme Kalju, time da Estônia. Em contrapartida, o Timbu permanece com 35% dos direitos econômicos do atleta pelos próximos três anos, como explica o vice-presidente Diógenes Braga.

“Não foi uma construção rápida, foi relativamente lenta, porque a gente precisava construir um caminho adequado para o atleta e para o clube. Depois do que aconteceu não existia mais ambiente para o atleta voltar e a gente buscou alternativas juntamente com o empresário, que teve uma condução muito ética e profissional. Essa construção foi em cima de tempo de contrato, percentual e se o clube pagaria a multa de pré-contrato. Ao final de tudo o clube fez um contrato de três anos e o Náutico fica com 35% dos direitos econômicos do atleta. Se o atleta for negociado durante esses três anos, o Náutico tem direito a 35% do valor”, explicou o vice-presidente presidente Diógenes Braga.



NEGÓCIO POSITIVO?

Apesar do acordo, o vice-presidente do Náutico não enxerga a negociação como positiva para o clube, que negociava com o jogador desde o início de janeiro. Odilávio havia alegado atrasos salariais e no recolhimento do FGTS e não se reapresentou ao Timbu após o empréstimo com o Figueirense. O departamento jurídico alvirrubro derrubou a ação do atleta e desde então as partes negociavam um acordo.

“Não acho que é positivo. Positivo seria se não tivesse acontecido nada disso, eu entendo que a forma como ficou no final ela minimiza danos em relação ao atleta e ao Náutico. O atleta vai jogar, não sei se era o mercado que ele queria ir, mas vai atuar e o clube mantém com 35% do atleta durante três anos. A gente tinha um pré-contrato de um ano com o atleta e vamos manter um percentual dos direitos do jogador. Não foi o ideal, mas foi a melhor forma que encontramos”, destacou Diógenes.




Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.

OFERTAS

Especiais JC

Irmã Dulce e as lições que se multiplicam Irmã Dulce e as lições que se multiplicam
A Santa Dulce dos Pobres deixou um legado enorme por todo o país, e não poderia ser diferente em Pernambuco. Veja exemplos de quem segue o "anjo bom da Bahia"
Jackson era grande demais para um pandeiro Jackson era grande demais para um pandeiro
Em pouco tempo, Jackson do Pandeiro deixou claro que não se tratava apenas de uma voz a mais no cenário artístico pernambucano. Confira especial sobre o artista
Especial Novo Clima Especial Novo Clima
O inverno não é mais o mesmo. E nem o verão. Os efeitos da crise climática alteraram a rotina de milhares de cidadãos das grandes cidades. O JC traz reportagens especiais desvendando o "novo clima"

    SIGA-NOS

    LICENCIAMENTO

  • Para solicitação de licenciamento, contactar editores@ne10.com.br

Jornal do Commercio 2020 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE |

PRIVACIDADE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM