Jornal do Commercio
apneia

Pernambucana recordista mundial de apneia volta ao Recife

Karoline Meyer vai dar uma palestra no Pernambuco Multi Esportes, evento que tem início a partir desta sexta no Centro de Convenções

Publicado em 10/10/2012, às 19h46

 / Arquivo Pessoal/Divulgação
Arquivo Pessoal/Divulgação
Eduardo Donida

O que você consegue fazer em 18 minutos e 32 segundos? Certamente é tempo o bastante para ler alguns capítulos de um bom livro, quem sabe se deslocar de casa para o trabalho, tirar um cochilo ou até prender a respiração. Será? Pelo menos para uma única pessoa no mundo esse último item é realmente possível. O nome dela é Karoline Meyer, pernambucana detentora do recorde mundial de apneia – cadastrado no Guinness Book e mantido desde 2009 –, que volta ao Recife na madrugada de quinta-feira (11/10) para dar uma palestra no Pernambuco Multi Esportes, evento que tem início a partir de sexta no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

Karol é natural do Recife, mas desde os dois anos vive em Florianópolis. Lá, praticou de tudo um pouco, desde basquete, handebol e até esportes aquáticos, como a canoagem e o bodyboard. Mas foi no mergulho que encontrou sua verdadeira paixão.

“No começo, era mais uma brincadeira, o mergulho em si é uma prática de recreação. Com o tempo, fui começando a me interessar pelo esporte e há 15 anos resolvi levar a sério os treinamentos”, contou a a pernambucana, que decidiu embarcar rumo à França, onde permaneceu por dois anos para estudar e aprimorar as técnicas dentro da água.



Fotos: Márcio Lisa/Divulgação

O investimento foi justificado pelos resultados. São oito os recordes mundiais que Karol já superou. Três deles na categoria apneia estática – como o próprio nome diz, o atleta permanece imóvel, com o rosto submerso. Ela ainda soma mais dois na skandalopetra e no limits feminino, modalidades que, em vez do tempo sob a água, o que vale é a profundidade alcançada pelo mergulhador. A diferença entre elas é somente a forma de descer no oceano: na primeira, o mergulhador pula com uma pedra nos braços, que o impulsiona para baixo, e, para voltar é puxado através de uma corda. Na segunda, a descida é feita com o auxílio de máquinas e a subida fica a cargo de um balão balão de ar.

Para quem está pensando em se aventurar nos mares, porém, cuidado, o caminho é muito mais trabalhoso do que se pode pensar.

“Existem riscos e o treinamento somente ajuda a reduzi-los. Nas provas, o mergulhador é responsável por si mesmo”, enfatiza Karol, ressaltando que somente entra em ação quando todos os devidos cuidados são tomados.




Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.

OFERTAS

Especiais JC

Irmã Dulce e as lições que se multiplicam Irmã Dulce e as lições que se multiplicam
A Santa Dulce dos Pobres deixou um legado enorme por todo o país, e não poderia ser diferente em Pernambuco. Veja exemplos de quem segue o "anjo bom da Bahia"
Jackson era grande demais para um pandeiro Jackson era grande demais para um pandeiro
Em pouco tempo, Jackson do Pandeiro deixou claro que não se tratava apenas de uma voz a mais no cenário artístico pernambucano. Confira especial sobre o artista
Especial Novo Clima Especial Novo Clima
O inverno não é mais o mesmo. E nem o verão. Os efeitos da crise climática alteraram a rotina de milhares de cidadãos das grandes cidades. O JC traz reportagens especiais desvendando o "novo clima"

    SIGA-NOS

    LICENCIAMENTO

  • Para solicitação de licenciamento, contactar editores@ne10.com.br

Jornal do Commercio 2020 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE |

PRIVACIDADE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM