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Vaticano cria Federação de Atletismo e sonha com Olimpíadas

A Federação e Atletismo do Vaticano conta com 60 membros

Publicado em 11/01/2019, às 09h57

Em um futuro imediato, a equipe de atletismo do Vaticano gostaria de poder participar de competições menores. / Foto: Pixabay
Em um futuro imediato, a equipe de atletismo do Vaticano gostaria de poder participar de competições menores.
Foto: Pixabay
AFP

Uma equipe de atletismo do Vaticano, que aspira a participar de competições internacionais, inclusive com as Olimpíadas, foi oficialmente lançada nesta quinta-feira (10), depois de alcançar um acordo com o Comitê Olímpico Italiano (CONI).

A Federação de Atletismo do Vaticano tem 60 membros, entre freiras, sacerdotes, membros da Guarda Suíça e outros funcionários.

O monsenhor Melchor José Sánchez de Toca y Alameda, presidente desta nova Federação, afirmou que disputar os Jogos Olímpicos é "um sonho, mas não a curto prazo".

"O sonho que com frequência temos tido é ver a bandeira da Santa Sé entre as das delegações na inauguração dos Jogos Olímpicos", afirmou.

Competições

Em um futuro imediato, a equipe de atletismo do Vaticano gostaria de poder participar de competições menores, como os Jogos Mediterrâneos.



O presidente do Comitê Olímpico Italiano (CONI), Giovanni Malago, destacou este novo passo esportivo do Vaticano, que já tem equipes de futebol e críquete.

O sinal verde do CONI permite à equipe vaticana participar de eventos nacionais e internacionais, além de ter acesso a técnicos nacionais italianos e facilidades médicas.

O atleta mais jovem da equipe vaticana é um guarda suíço de 19 anos e o mais idoso, um professor de 62 anos da Biblioteca Apostólica Vaticana.

Dois jovens refugiados muçulmanos - Jallow Buba, gambiano de 20 anos, e Anszou Cissé, senegalês de 19 - foram registrados como membros de honra.

A primeira competição da qual os atletas da equipe vaticana vão participar será a Corsa di Miguel, corrida de 10 km que lembrará, em 20 de janeiro, Miguel Sánchez, fundista argentino desaparecido em seu país na época da ditadura.





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