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Passivo é desafio da direção do Santa Cruz

Santa Cruz trabalha para quitar pendências acumuladas nos anos anteriores

Publicado em 14/09/2018, às 12h08

Presidente Constantino Júnior foi eleito para o triênio 2018-2020 / Foto: Luise Marques/JC Imagem
Presidente Constantino Júnior foi eleito para o triênio 2018-2020
Foto: Luise Marques/JC Imagem
Davi Saboya
Twitter: @davisaboya

O maior calo do Santa Cruz está na grande quantidade de dívidas diante da escassez de recursos. O maior passivo é o trabalhista que está em cerca de R$ 60 milhões. Segundo o coordenador do núcleo de gestão Roberto Freire, é o único que ainda não foi negociado. Já o débito tributário está estimado em R$ 25 milhões. Esse sob controle devido à participação do clube no Profut, que é um programa do Governo Federal de parcelamento das dívidas tributárias.

Outra via para a Cobra Coral cumprir com os compromissos fiscais é a Timemania. O valor arrecadado na loteria é considerado um dos maiores pela direção e destinado diretamente ao pagamento das dívidas federais.

“Dividimos o passivo do Santa Cruz em quatro grupos: funcionários, fornecedores, tributário e trabalhista. Os três primeiros estão controlados. Posso dizer que o tributário vamos reduzir em R$ 2,5 milhões. Isso para um clube que vai faturar R$ 7 milhões. Se chegar em mais, atinge R$ 8 milhões. E como fizemos isso? Com gente que conhece, sabe o que está fazendo. No total, vamos pagar de R$ 1 a R$ 3 milhões de passivo neste ano”, declarou Roberto.



Desde o início do ano, o Santa Cruz tem enxugado os departamentos e controlado as despesas com fornecedores. Esses distratos não estão sendo feitos de qualquer maneira, de acordo com o coordenador do núcleo de gestão. A Cobra Coral está cumprindo todos os acordos feitos para não prolongar as dívidas.

“Com os funcionários, estamos negociando e pagando. Os fornecedores a mesma coisa. Chamamos um por um. Esse ano terminaremos sem dívidas. O que tiver de sobra de caixa vamos fazer as composições necessárias”, contou.

POSSIBILIDADE

Roberto Freire ainda lamentou o fracasso na Série C, pois renderia um grande aporte financeiro. “Se tivéssemos conseguido o acesso, chegaríamos em R$ 20 milhões. Com isso, iríamos poder atacar a dívida trabalhista. Existe o que se chama leilão da dívida. Se chegar lá com R$ 10 milhões (para pagar), abaixa para R$ 30 milhões o total (da dívida)”, finalizou.


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