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SANTA CRUZ

Presidente do Santa Cruz admite oferta de Julinho Camargo, mas nega negociação

Constantino Júnior afirma que o clube não tem conversas abertas por novo treinador

Publicado em 24/10/2018, às 11h31

Julinho foi demitido no meio da temporada pelo Juventude, somando apenas seis vitórias em 26 jogos / Foto: Divulgação/Juventude
Julinho foi demitido no meio da temporada pelo Juventude, somando apenas seis vitórias em 26 jogos
Foto: Divulgação/Juventude
Diego Borges
Twitter: @DiBorges9

Planejando a temporada 2019, o Santa Cruz ainda busca o novo técnico para montar e comandar o elenco de jogadores. A prioridade do clube é sanar as dívidas acumuladas em 2018. Ainda assim, nomes de treinadores são oferecidos à diretoria coral. Entre eles o de Julinho Camargo, ex-Juventude.

Em entrevista à Rádio Jornal, o presidente executivo do Santa Cruz, Constantino Júnior, admitiu que Julinho foi um dos nomes sugeridos, mas nega que haja qualquer negociação.

"Se trata de um treinador da escola gaúcha, que está vista com ascensão no futebol brasileiro, a exemplo do Felipão no Palmeiras. Mas em nenhum momento a gente conversou com nenhum treinador. Até por uma questão de coerência. Nomes têm sido oferecidos, o dele é apenas um entre os oito ou nove que surgiram. Se trata de um bom treinador, como outros demais que foram oferecidos", ressaltou Constantino.



CURRÍCULO

Julinho Camargo tem 47 anos e trabalhou como auxiliar de clubes como Vitória e Bahia, Grêmio e Internacional, onde foi assistente do técnico Falcão. Julinho ganhou destaque no futebol Gaúcho após treinar o Novo Hamburgo em 2010 e chegou até a comandar o Grêmio durante um mês, em 2011. A breve experiência no Tricolor Gaúcho, no entanto, não foi bem avaliada pela imprensa gaúcha e torcida.

No interior do Rio Grande do Sul, trabalhou em clubes, como Caxias e Pelotas, mas foi pelo Veranópolis, entre 2013 e 2014 onde recebeu a maior avaliação.

Em 2015 comandou o Goiás, mas não obteve sucesso, com apenas cinco vitórias em 17 jogos. Também trabalhou no Brasília e no Boa Esporte entre 2016 e 2017. Neste ano, defendeu novamente o Veranópolis e chegou ao Juventude, mas voltou a conviver com críticas na Série B. Acabou demitido no meio da temporada, com apenas seis vitórias em 26 jogos.





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