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Copa do Brasil

Santa Cruz aposta no apoio da massa coral contra Fluminense

Expectativa de mais de 20 mil torcedores do Santa Cruz na decisão

Publicado em 25/04/2019, às 07h11

Torcedores do Santa Cruz compareceram ao último treino e prometem colocar mais de 20 mil expectadores, nesta quinta-feira, no Arruda / Foto: Bruno Campos/JC Imagem
Torcedores do Santa Cruz compareceram ao último treino e prometem colocar mais de 20 mil expectadores, nesta quinta-feira, no Arruda
Foto: Bruno Campos/JC Imagem
Davi Saboya
Twitter: @davisaboya

O Santa Cruz tem uma difícil missão diante do Fluminense, nesta quinta-feira, às 21h30, pela quarta fase Copa do Brasil. No Arruda, os corais precisam inverter a derrota sofrida no jogo de ida pelo placar de 2x0. Fácil? Nenhum tricolor acredita que seja. Porém, a mística dos milagres dentro de casa com o apoio da torcida foi ativada para tentar a classificação para as oitavas de final da competição nacional – avanço que vale uma cota de R$ 2,5 milhões.

Contando com a média de sócios com direito a gratuidade nos jogos, o Santa contabiliza um público superior a 15 mil torcedores. Se depender da animação dos torcedores que estiveram ontem no Arruda acompanhando o último treino, a atmosfera promete ser semelhante ao duelo de volta diante do ABC na fase anterior do torneio.

“O confronto no futebol é circunstancial. Você tem um enfrentamento de 180 minutos. Sempre falei que esse tipo de jogo se define nos últimos 45. Vamos fazer uma partida forte procurando transformar o volume em oportunidade. Sabendo que vamos enfrentar um time que controla bastante a partida. Isso é dificultador, mas estamos criando aspectos para tirar isso do Fluminense”, afirmou o técnico coral Leston Júnior.

Para o treinador do Santa Cruz, o time não pode pensar logo na classificação. É necessário subir “um degrau de cada vez”. Além disso, ele sabe que irá precisar encontrar um antídoto para desarmar a estratégia do técnico Fernando Diniz, do Flu, que tem como filosofia o controle da posse de bola e a marcação alta após perder a bola no campo adversário.

“Primeiro temos que pensar no primeiro gol e depois em igualar a disputa. Em seguida, pensar na classificação. Não tem como pensar diferente. Acredito que o futebol permite, acredito no nosso trabalho e acredito que a história do Arruda ao lado dos torcedores também permite acreditar na classificação”, disse o comandante.

Em relação aos onze titulares, Leston garantiu que não fará nenhuma mudança drástica. Ele sinalizou que a tendência é que a mesma equipe que enfrentou outras decisões, neste ano, entre em campo. A única certeza é que o zagueiro e capitão Danny Morais segue fora por conta de uma lesão na coxa direita.



“Repetir a base, além do aspecto tático, é fundamental por conta da questão de maturidade que a equipe ganhou com as outras decisões que enfrentou na temporada. O time será quase o mesmo, mas podemos trocar uma ou outra peça seguindo a ideia que pretendemos propor no jogo”, declarou o técnico do Tricolor do Arruda.

FLUMINENSE

Questionado se acredita que o adversário carioca pode mudar o estilo de jogo devido a vantagem no placar, Leston Júnior contou que essa posição não encaixa com o perfil do treinador Fernando Diniz, do Fluminense. O comandante do Santa Cruz elogiou a postura do técnico oponente e revelou que assistiu aos últimos jogos do tricolor carioca.

“Fernando (Diniz) não vai fugir da característica dele. Assisti ao primeiro jogo deles contra a Luverdense, lá em Lucas do Rio Verde, e manteve a forma de jogar. O que precisa ser enaltecido e Sampaoli tenta fazer agora no Santos”, contou.

Segundo o técnico coral, o desfalque do meia Paulo Henrique Ganso, que deixou a partida de ida com uma lesão na coxa, tem duas avaliações. “O fato do Ganso não jogar faz com que o Fluminense perca um jogador decisivo no último passe. Mas ganha em mobilidade e intensidade no meio-campo, já que agora conta com Bruno (Silva), que estava suspenso no primeiro jogo”, comentou.

Ciente da dificuldade, Leston Júnior mostrou que sabe como parar o Fluminense e que o enredo do primeiro jogo não seja repetido. “Agora temos que agredir mais na marcação, ser mais duro e decisivo. Fazer o primeiro gol e depois pensar em igualar”, finalizou.


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