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William Alves vê semelhança em suas duas passagens pelo Santa Cruz

Defensor avalia que período de reformulação é parecido com o de 2012, na sua primeira temporada pelo Tricolor

Publicado em 12/12/2019, às 08h51

Zagueiro teve sua primeira passagem pelo Mais Querido entre 2012 e 2013 / Foto: Jota Santana/Santa Cruz
Zagueiro teve sua primeira passagem pelo Mais Querido entre 2012 e 2013
Foto: Jota Santana/Santa Cruz
Klisman Gama
Twitter: @KlismanGama

O Santa Cruz passa por mais um processo de reformulação nesta década. Se está em condições um pouco diferentes do que no começo da década, em questão de estrutura, em outras as semelhanças se aprofundam. O fato de começar com um elenco quase do zero desperta lembranças no zagueiro William Alves. Presente no elenco coral em 2012 e 2013, ele lembra bem do período. Na época era um dos jovens do plantel. Hoje, assume a função de ser um dos líderes pela experiência dos seus 32 anos.

“O Santa Cruz tem uma relação mais parecida com 2012, um time em formação. Denis Marques no primeiro ano dele aqui. Eu estava na primeira passagem aqui. Em 2013 a gente já tinha uma base um pouco mais consolidada e chegaram peças melhores. Acho que a gente chegou até a ser campeão estadual em uma condição melhor do que em 2012, que fomos campeões mais na raça, na vontade, no coração. A gente precisa trabalhar fazer nosso dia a dia forte, estar fortes internamente para que possamos disputar com essa equipes que tenham orçamentos maiores, elencos melhores”, comentou o defensor.



Em sua segunda passagem pelo Santa Cruz, William Alves disputou 16 partidas em 2019, tendo marcado dois gols. Na primeira, chegou em 2012 e ficou até o meio o fim do Campeonato Pernambucano de 2013. Foram 44 jogos e seis gols. Depois de rodar por diversos clubes, como Náutico, Paysandu, Atlético-GO e Vitória de Setúbal-POR. Neste retorno ao Tricolor, começou tendo sequência de jogo com Leston Júnior e no início da passagem de Milton Mendes. Depois, perdeu espaço com o segundo treinador e era, muitas vezes, preterido da relação. Mesmo assim, ele alegou que ficou tranquilo quanto a renovar com o Mais Querido.

“(A renovação) não me pegou de surpresa, porque o Tininho e as pessoas que estão aqui me conhecem de anteriormente, sabem da minha condição e do meu potencial. O fato de não ter jogado o segundo turno da Série C foi por exclusividade de opção do Milton (Mendes), treinador aqui da época. Mas da minha parte nunca faltou empenho, trabalho. Era simplesmente opção dele. Mas isso já é passado, ficou para trás e quero pensar agora em 2020, que vai ser um ano difícil com um novo treinador, novas ideias. Quero trabalhar muito e me doar muito para que a gente possa conseguir os objetivos do clube”, explicou William.




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