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Ex-dirigente lembra início da carreira de Leonardo no Sport

Fred Domingos fez parte da gestão de Wanderson Lacerda, em 1994, e foi um dos responsáveis por trazer o ex-atacante para o Recife

Publicado em 01/03/2016, às 18h00

Ex-dirigente Fred Domingos estava no grupo que trouxe Leonardo para o Sport / JC Imagem
Ex-dirigente Fred Domingos estava no grupo que trouxe Leonardo para o Sport
JC Imagem
Gabriela Máxima

“Eu tinha Leonardo como filho. E durante todos esses anos ele sempre foi um garoto muito bom. Para ele, não tinha notícia ruim, tudo era motivo de risada”. A declaração emotiva sobre o ex-atacante rubro-negro Leonardo é do ex-dirigente do Sport Fred Domingos, que fez parte da gestão do presidente Wanderson Lacerda, em 1994. O grupo foi responsável por trazer o ex-jogador para Pernambuco. 

Na época, os diretores do clube ficaram impressionados com a performance de Leonardo no jogo entre Picos e Fluminense. Conversaram sobre a possibilidade de trazê-lo para o Sport o mais rápido possível. “A gente discutiu a vinda dele e chegamos a conclusão que seria importante para o clube. Mas descobrimos que o Santa Cruz também estava interessado e, inclusive, estava com viagem marcada para resolver a situação. Se não tomássemos uma atitude perderíamos o jogador”, revelou o rubro-negro.

A gente sabe que o atacante Leonardo, do Sport Club do Recife, teve vários grandes momentos em sua brilhante carreira, mas nós, do Jornal do Commercio, selecionamos alguns lances para homenageá-lo. Obrigado por tudo, Leo#LeonardoEterno



Publicado por Jornal do Commercio em Terça, 1 de março de 2016

Foi então que alguns diretores do Leão iniciaram uma viagem às 5h30 da manhã para a cidade de Picos, no Piauí. Encontraram o jogador e firmaram contrato. “Horas depois eles já estavam com Leonardo no carro vindo para o Recife. Assinamos os documentos e ele era oficialmente atacante do Sport”, contou.

Natural de Picos, no Piauí, Leonardo tinha uma família de origem humilde e contou com a ajuda de Wanderson e Fred para construir sua vida no Recife. Esse cuidado transformou a relação deles em uma amizade forte que durou até hoje. Em toda sua passagem pelo rubro-negro, o ex-jogador marcou 133 gols em 367 partidas, sendo o terceiro maior atacante da história do clube. Antes de ser internado, ele trabalhava como técnico das divisões de base do rubro-negro.    




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