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PRECIPITAÇÃO

Com medo da febre amarela, população está atacando macacos bugios no Rio Grande do Sul

Apesar da população gaúcha achar que os macacos são responsáveis pela transmissão, os biólogos garantem que não

Publicado em 18/01/2017, às 17h45

Os macacos também podem ficar infectados pela febre amarela / Foto: Csaba Segesvari/AFP
Os macacos também podem ficar infectados pela febre amarela
Foto: Csaba Segesvari/AFP
JC Online

Após o surto da febre amarela no país, os macacos bugios estão sendo atacados no Rio Grande do Sul. A população gaúcha acredita que os animais são os responsáveis pela doença, mas os biólogos garantem que o bicho não é o transmissor.

Só nesta semana, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente trouxe dois macacos bugios debilitados ao Zoológico de Gramado. Um chegou com ferimentos no rosto, perto do olhos e uma das mãos. Segundo os veterinários, ele levou cortes típicos de faca e quase perdeu a visão. O outro não resistiu aos machucados provocados por tiros de chumbinho.



De acordo com o veterinário do zoológico, Marcelo Cunha, os animais não são vetores da doença. "Na realidade eles são confundidos como vetores, e não são", explicou. Segundo Cunha, os animais também podem ser infectados. "São animais sentinela. Ou seja, são sensíveis à infecção, assim como os seres humanos. O transmissor da doença é o mosquito", disse.

Nenhum caso de febre amarela registrado no Rio Grande do Sul

Apesar de não ter sido identificado nenhum caso de febre amarela no Rio Grande do Sul, as autoridades de saúde deixarão a população em alerta. Em 2009, quando houve o último surto no estado, 2.000 macacos bugios foram encontrados mortos na região por contaminação com vírus e por violência humana.




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