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PONTE RIO-NITERÓI

'Hoje não chora a família de um inocente', diz Bolsonaro sobre sequestro no Rio

Bolsonaro lembrou ainda que nenhum refém ficou ferido e o sequestrador foi 'neutralizado'

Publicado em 20/08/2019, às 11h16

O presidente usou as redes sociais para parabenizar os policiais 
O presidente usou as redes sociais para parabenizar os policiais "pela ação bem sucedida"
Foto: Marcos Corrêa/PR
JC Online

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou as redes sociais para comentar o desfecho do sequestro de um ônibus na Ponte Rio-Niterói, na manhã desta terça-feira (20), que terminou com a morte do sequestrador. Bolsonaro parabenizou os policiais "pela ação bem sucedida" e disse ainda que 'hoje não chora a família de um inocente', lembrando que nenhum refém ficou ferido e o sequestrador foi "neutralizado".

"Parabéns aos policiais do Rio de Janeiro pela ação bem sucedida que pôs fim ao sequestro do ônibus na ponte Rio-Niterói nesta manhã. Criminoso neutralizado e nenhum refém ferido. Hoje não chora a família de um inocente", escreveu o presidente em seu perfil oficial no Twitter.

O sequestro

Por volta das 5h30 da manhã desta terça-feira, um homem armado entrou no ônibus de linha 2520, que sai do Jardim Alcântara, em São Gonçalo, em direção ao Estácio, na região Central do Rio, e obrigou o motorista a atravessar o coletivo na pista, na altura do vão central.



Segundo entrevista de refém, o criminoso entrou no veículo e anunciou o sequestro. Pediu que as vítimas fechassem as cortinas e que uma das passageiras amarrassem as mãos das vítimas. O sequestrador deixou claro para os reféns que não iria incendiar o ônibus.

Desfecho

Após quase quatro horas, o sequestro no Rio teve o seu desfecho. De acordo com o porta-voz da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Coronel Mauro Fliess, William Augusto Nascimento, 20 anos, morreu após ser atingido na perna por um atirador de elite. O revólver que o homem portava, de acordo com as autoridades, era de brinquedo. Nenhum dos 37 passageiros foi ferido e todos recebem cuidados médicos por procedimento de rotina.

O homem, que se identificou como policial militar para entrar no ônibus, não fez nenhuma demanda específica para liberar os reféns. Além da arma falsa, o criminoso portava gasolina e uma arma de choque. A motivação do crime não foi descoberta.


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