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Resgate de animais

Veja o que fazer se você encontrar animais com manchas de petróleo

Vazamento de óleo no Nordeste já atingiu 105 praias em 48 municípios

Publicado em 26/09/2019, às 18h31

Nove tartarugas foram encontradas com manchas de petróleo / Foto: Instituto Verde Luz/Reprodução/Instagram
Nove tartarugas foram encontradas com manchas de petróleo
Foto: Instituto Verde Luz/Reprodução/Instagram
Agência Brasil

As organizações que atuam em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no resgate de animais orientam às pessoas a entrar em contato para avisar de animais encontrados com óleo no corpo. Nesta quinta-feira (26), o Ibama divulgou que o vazamento de óleo no Nordeste já atingiu 105 praias de 48 municípios. Em Pernambuco, são 16 praias atingidas.

De acordo com o Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o vazamento não parece ser muito antigo, por causa da consistência do piche. Segundo o órgão, nove tartarugas e uma ave atingidas pelo derramamento de petróleo foram encontradas, mas a maioria estava morta e não conseguiu ser atendida pelos técnicos. O Ibama confirma que, por enquanto, não há contaminação de peixes e crustáceos ao longo do litoral nordestino.

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    Telefones úteis em Pernambuco

    Em Pernambuco, caso você encontre animais com manchas de óleo, a orientação é ligar para a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), através do telefone (81) 3181-8817 ou para a Capitania dos Portos de Pernambuco, pelo telefone (81) 3334-5203.

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    Veja abaixo o que fazer caso você encontre animais atingidos pelo óleo. As dicas são do Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PCCB-UERN).



    Veja o que fazer

    1. Não entre em contato com o óleo. Perigo de alta toxidade! Não tente limpar com sabão, areia, ou qualquer produto químico. Essas substâncias podem disseminar a contaminação do óleo no ambiente e no animal;

    2. Não devolva o animal ao mar. Animais encalhados precisam de avaliação clínica especializada. Caso devolvido sem cuidados adequados, o animal poderá encalhar novamente;

    3. Isole a área, evite barulho, conversas, e movimentos que possam estressar o animal. Não alimente e nem force a ingestão de líquidos;

    4. Proteja o animal do sol (com guarda-sol, panos limpos) e aguarde a chegada da equipe de resgate.

    Fonte: PCCB-UERN (Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte)


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