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INDEFINIÇÃO

Casa Branca mantém esperança sobre reunião Trump-Kim

A porta voz do governo americano Sarah Sanders acredita que a reunião acontecerá

Publicado em 16/05/2018, às 10h43

Kim Jong-un ameaçou cancelar reunião com Trump marcada para o dia 12 de junho / Foto: KCNA VIA KNS / Mandel Ngan / AFP
Kim Jong-un ameaçou cancelar reunião com Trump marcada para o dia 12 de junho
Foto: KCNA VIA KNS / Mandel Ngan / AFP
AFP

A Casa Branca mantém a esperança de que a reunião de cúpula entre o presidente Donald Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un aconteça, apesar das ameaças de Pyongyang de cancelar o encontro, afirmou a porta-voz do governo americano, Sarah Sanders.

"Ainda estamos esperançosos de que a reunião aconteça e vamos continuar neste caminho", declarou Sanders à Fox News. 

"Ao mesmo tempo... nos preparamos para que estas possam ser negociações duras", completou.

"O presidente está preparado se o encontro acontecer. E se não acontecer, vamos continuar com a campanha de máxima pressão que está em progresso".

A Coreia do Norte advertiu que pode desistir da reunião de cúpula, programada para 12 de junho em Cingapura, caso os Estados Unidos pressionem para que o país renuncie a seu arsenal nuclear.

Se o governo americano "nos encurralar e nos pedir unilateralmente para abandonar nossas armas nucleares, não vamos ter qualquer interesse nas conversações", afirmou o vice-chanceler norte-coreano, Kim Kye Gwan, em um comunicado.



A China, único aliado de Pyongyang de peso internacional, também expressou a "esperança" de que a reunião de cúpula aconteça.

Durante as últimas semanas, Kim se reuniu duas vezes com o presidente chinês Xi Jinping. Pyongyang anunciou que vai desmantelar sua área de testes nucleares na próxima semana. 

Firmeza

Além da ameaça a respeito do encontro com Trump, a Coreia do Norte cancelou as conversações de alto nível com Seul previstas para esta quarta-feira (16), em consequência dos exercícios militares conjuntos realizados por Estados Unidos e Coreia do Sul na península asiática, por considera que são uma "provocação grosseira e infame".





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