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Ministro da Saúde participará de evento promovido por Guaidó nos EUA

Juan Guaidó se proclamou presidente interino da Venezuela

Publicado em 11/02/2019, às 19h24

Guaidó vem travando batalha contra Nicolás Maduro / AFP
Guaidó vem travando batalha contra Nicolás Maduro
AFP
Estadão Conteúdo

O porta-voz do governo, Otávio do Rêgo Barros, informou nesta segunda-feira, 11, que o presidente Jair Bolsonaro autorizou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a ir a Washington (EUA) para participar da 1ª Conferência Humanitária do Governo Interino da Venezuela, promovida pelo líder opositor venezuelano Juan Guaidó, esta semana. O porta-voz comunicou que Mandetta ficará fora do Brasil entre esta terça, 12, e sexta-feira, 15.

Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país em janeiro, informou através de redes sociais que o objetivo do evento em Washington é sensibilizar os governos de outros países, organismos multilaterais, empresários e ONGs sobre a necessidade de incrementar a ajuda humanitária à Venezuela. "E aliviar o sofrimento dos venezuelanos que padecem com a falta de alimentos e remédios causada pelo regime de Maduro", afirmou.

Ajuda

Mais cedo, representantes do presidente autodeclarado da Venezuela, Juan Guaidó, afirmaram que tiveram sinal verde do Itamaraty para montar um centro de ajuda humanitária em Roraima, de onde vão partir medicamentos e mantimentos para a Venezuela.



Eles se reuniram com o chanceler Ernesto Araújo, em Brasília, e combinaram uma visita conjunta, nos próximos dias, à fronteira entre os países. Não foi definido que materiais específicos o Brasil remeterá à Venezuela, nem quando, de fato, a ajuda será iniciada.

A embaixadora venezuelana María Teresa Belandria afirmou que terá uma reunião nos próximos dias com os ministros brasileiros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e da Saúde, Henrique Mandetta, para detalhar as ações, em um grupo de trabalho.

Ao sair da reunião com Araújo, ela disse que foi recebida oficialmente como embaixadora da Venezuela no Brasil. Ela entregou as cartas credenciais ao chanceler - em geral, o presidente da República é quem recebe os diplomatas no Palácio do Planalto. O Itamaraty havia reconhecido Guaidó como presidente de fato e não a reeleição do presidente Nicolás Maduro.


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