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DISPUTA PRESIDENCIAL

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad disputam segundo turno das eleições

Bolsonaro enfrenta Haddad no dia 28 de outubro

Publicado em 07/10/2018, às 20h53

Nova disputa será realizada no dia 28 de novembro / Fotos: ABr
Nova disputa será realizada no dia 28 de novembro
Fotos: ABr
Estadão Conteúdo

Apesar de todo o clima de ansiedade dos brasileiros, não foi possível conhecer o futuro presidente do Brasil neste domingo (7). Isso porque nenhum candidato atingiu o número mínimo de votos para ganhar no primeiro turno. Sendo assim, como previa-se nas pesquisas de boca de urna, os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) irão disputar o segundo turno que acontecerá no dia 28 deste mês.

Com 99,92% das urnas apuradas, Bolsonaro agregou 46,05% dos votos. Haddad, por sua vez, tinha 29,25%. O terceiro mais votado foi Ciro Gomes (PDT), com 12,47% dos votos.

Os demais candidatos

Geraldo Alckmin (PSDB) - 4,76%
João Amoêdo (Novo) - 2,50%
Cabo Daciolo (Patriota) - 1,26%
Henrique Meirelles (MDB) - 1,20%
Marina Silva (Rede) - 1,00%
Alvaro Dias (Podemos) - 0,80%
Guilherme Boulos (Psol) - 0,58%
Vera (PSTU) - 0,05%
Eymael (DC) - 0,04%
João Goulart Filho (PPL) - 0,03%
Brancos - 2,65%
Nulos - 6,14%



A DISPUTA

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, foi o mais votado em 17 Estados e no Distrito Federal. O capitão reformado do Exército só ficou atrás de Fernando Haddad (PT) nos oito Estados do Nordeste e no Pará. Ciro Gomes (PDT) liderou a disputa no Ceará, seu berço político.

Bolsonaro e Haddad disputam a Presidência pela primeira vez e foram os dois mais votados entre os 13 postulantes ao Palácio do Planalto. O resultado do primeiro turno quebrou a polarização entre PT e PSDB na eleição presidencial. Nas últimas seis eleições, houve duas vitórias do PSDB (1994 e 1998) e quatro do PT (2002, 2006, 2010 e 2014).

O Nordeste que garantiu a vitória a Dilma Rousseff em 2014 também assegurou a ocorrência de segundo turno neste ano.

Para vencer no primeiro turno, os candidatos que disputaram a candidatura à Presidência do País precisavam agregar 50% dos votos mais um - o que não aconteceu.





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