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SEGUNDO TURNO

Haddad sobre Bolsonaro: por que entrevista pode e debate não?

Haddad apelou mais uma vez para que Bolsonaro participe de debates frente a frente

Publicado em 11/10/2018, às 14h12

"Da onde saiu essa prescrição médica? Gostaria de entender melhor", questionou o petista
Foto: EVARISTO SA / AFP
Estadão Conteúdo

Candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad apelou mais uma vez para que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) participe de debates frente a frente no segundo turno da disputa "Por que entrevista pode e debate não?", questionou o petista. "Da onde saiu essa prescrição médica? Gostaria de entender melhor."

O petista acusou ainda o candidato do PSL de espalhar mentiras dizendo que, durante os governo do PT, o Ministério da Educação distribuiu o chamado kit gay nas escolas.

"Ele não conhece escola pública, ridícula essa manifestação. Por isso que foge dos debates", atacou Haddad. "Você acha certo ganhar voto mentindo contra seu oponente? Isso não tem nenhum cabimento."



Recomendação médica

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, só terá autorização médica para participar de debates e eventos de mais de três horas a partir quinta-feira da próxima semana, dia 18. A recomendação foi dada na manhã desta quarta-feira, 10, pelos médicos Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo e Leandro Echenique, que examinaram o capitão reformado em sua casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Após o encontro, os médicos disseram a jornalistas que Bolsonaro ainda enfrenta uma anemia e que precisa recuperar massa perdida. "Ele ainda tem anemia. Então, a liberação não é completa. Não pode fazer viagens, nem atividades mais prolongadas", disse o cardiologista Echenique.





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