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ELEIÇÕES 2018

Na TV, Bolsonaro ataca o PT e Haddad critica a violência

Nesta sexta (12), foi ao ar o primeiro guia eleitoral do segundo turno

Publicado em 12/10/2018, às 13h18

Bolsonaro destacou seu relacionamento com a filha enquanto Haddad falou em Lula / Foto: Reprodução
Bolsonaro destacou seu relacionamento com a filha enquanto Haddad falou em Lula
Foto: Reprodução
JC Online

O primeiro guia eleitoral obrigatório do segundo turno foi ao ar nesta sexta-feira (12) com ataques e apresentações de ambos os lados. Nos programas dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), não faltaram críticas um ao outro.

Bolsonaro

O ex-militar aproveitou o seu tempo de TV para atacar o PT usando, sobretudo, a imagem do ex-presidente Lula, como já havia feito na propaganda para o rádio, e traçando comparações com os problemas enfrentados por países como a Venezuela e Cuba. Além disso, deu destaque ao seu relacionamento com sua filha mais nova, Laura, que foi alvo polêmicas após o candidato afirmar que só tinha tido filhos homens até que "fraquejou" e veio a menina. No entanto, o guia não explorou as propostas do candidato para o Brasil.



Haddad

Já o ex-prefeito de São Paulo utilizou os seus cinco minutos para atacar o adversário associando aos eleitores de Bolsonaro os recentes casos de violência por motivação política, como o assassinato do capoeirista Môa do Katendê, que havia declarado seu voto no PT. Diferentemente da propaganda no rádio, na qual Lula não foi mencionado, Lula teve espaço no guia de Haddad na TV, exaltando os feitos do candidato quando ministro da Educação. No campo das propostas, Haddad explicou como funcionaria a proposta de federalização do ensino médio, onde o governo, em parceria com os Estados, se responsabilizaria por escolar em situação de ''vulnerabilidade''.

Propaganda do rádio

No rádio, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) partiu para o ataque contra o PT e seu adversário, Fernando Haddad. Já o programa do petista ligou o concorrente à onda de violência gerada na campanha à Presidência da República e não citou, como havia feito no primeiro turno, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



Comentários

Por Resumo,14/10/2018

Ah, Cláudia. TE engana, que eu gosto...

Por Osvaldo,13/10/2018

Quem nega um debate é por MEDO de debater! Por não ter propostas consistentes e saber indicar os caminhos para alcançar o fim das propostas. Um candidato que prega ódio, violência e só fala mal do seu adversário, e com um passado indisciplinado e desleal no exército (vide reportagens da Veja de 1986 e 1987) não possui a capacidade, se quer, de ser candidato a presidência. Ainda estamos no aguardo das propostas reais para a saúde, educação e segurança de "Bolso", e não, apenas, simulação de tiro com as mãos! Não vamos fazer do Brasil de 2018 uma Alemanha de 1933!

Por Gilberto Freitas,13/10/2018

SÓ FALAM DE VIOLÊNCIA, NÃO VEJO ONDE, NEM AONDE ESTÁ ESSA VIOLÊNCIA. VIOLÊNCIA ESTÁ NO DESGOVERNO DO PT COM TANTOS ASSALTOS E MORTES QUE ESSE DESGOVERNO DEIXOU A POLÍCIA ABANDONADA E PROTEÇÃO A BANDIDOS.

Por Monteiro,13/10/2018

Rapaz, candidato bom para o Brasil, é o Tiririca, abestado.

Por Almeida,13/10/2018

Haddad está errado. O que incita a violência é a corrupção que rouba do povo o dinheiro que seria gasto em educação, empregos, incentivos à indústria e ao comércio, melhoria da infraestrutura. O governo do PT deu bilhões de reais à Cuba para melhoria do seu porto, mas vejam como estão os portos no Brasil. Mais de um bilhão foi emprestado à Venezuela e agora temos nós, pagadores de impostos, que pagar esta conta porque a Venezuela deu calote. Quantos bilhões não saíram do país para as contas no exterior de políticos? É esta a corrupção e descaso com o país que incita a violência pois deixa o povo pobre e sem capacidade de se sustentar.



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