Jornal do Commercio
Notícia
REFORMA

Deputado diz que, sem acordo, íntegra da Previdência irá a votação na CCJ

''Abrimos uma negociação aqui. Estamos trabalhando para avançar. Não é prudente para o governo adiantar os pontos. Vamos conversar até segunda para que votemos na terça'', disse o líder do governo na Câmara

Publicado em 17/04/2019, às 19h13

A admissibilidade da reforma da Previdência seria votada nesta quarta-feira (17), mas foi adiada após confusões na CCJ  / Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
A admissibilidade da reforma da Previdência seria votada nesta quarta-feira (17), mas foi adiada após confusões na CCJ
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Estadão Conteúdo

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse que, se não for firmado um acordo entre os partidos sobre a retirada de trechos do texto da reforma da Previdência que garanta a não obstrução na votação de terça-feira (23), o governo colocará o relatório do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) como está para a apreciação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

"Abrimos uma negociação aqui. Estamos trabalhando para avançar. Não é prudente para o governo adiantar os pontos. Vamos conversar até segunda para que votemos na terça", disse o líder ao deixar reunião entre deputados e o secretário da Previdência, Rogério Marinho. 

Vitor Hugo ressaltou que, para o governo, não há inconstitucionalidade no texto e que ele vai trabalhar para sua aprovação na íntegra, "mas aberto ao diálogo". 

O líder do partido Novo, Marcel Van Hattem (RS), também defende que o texto seja aprovado na comissão em sua integralidade. Ele não descarta a possibilidade de que não haja acordo entre o governo e os partidos.



Por outro lado, o deputado Lafayette de Andrada (PRB-MG) afirmou que o texto está sendo "reformulado, arredondado" e que está confiante de que a PEC será votada na próxima terça-feira. Ele afirmou que Rogério Marinho está com boa vontade para dialogar com os partidos. Ele disse, no entanto, que o governo não acredita que haja bitributação na proposta, como foi levantado por alguns partidos. Ele afirmou também que a questão do abono também está longe de consenso, mas reafirmou que novas conversas vão ser ainda travadas para que se vote a proposta com "suavidade".

Sem consenso 

O líder do PP, Arthur Lira (AL), disse que dois pontos levados pelos partidos não encontraram consenso: a desconstitucionalização da Previdência e o abono salarial. Ele disse que os partidos podem trabalhar sobre a primeira questão na comissão especial. 

Os líderes partidários e o secretário da Previdência devem realizar outras conversas até terça-feira, quando eles acreditam que a admissibilidade da PEC deverá ser votada na CCJ.




Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.

OFERTAS

Especiais JC

Especial Nova Rotação Especial Nova Rotação
As cidades estão entrando em colapso. Refletem o resultado da mobilidade urbana convencional, um mal incorporado à sociedade e de difícil enfrentamento.Mas o momento de inverter essa lógica é agora. Criar uma nova rotação para as cidades, para as pessoas
JC Recall de Marcas 2019 JC Recall de Marcas 2019
Pitú e Vitarella são as marcas mais lembradas pelo consumidor pernambucano, de acordo com a edição 2019 do Prêmio JC Recall de Marcas. O ranking foi feito a partir de levantamento do Harrop Pesquisa para o Jornal do Commercio.
Especial Tempo de Férias Especial Tempo de Férias
O tempo das férias finalmente chegou e com ele os vários planos sobre o que fazer no período livre. O JC traz algumas dicas de como otimizar o período para voltar renovado do merecido descanso.

    SIGA-NOS

    LICENCIAMENTO

  • Para solicitação de licenciamento, contactar editores@ne10.com.br

Jornal do Commercio 2019 © Todos os direitos reservados

EXPEDIENTE |

PRIVACIDADE

Sistema Jornal do Commercio Grupo JCPM