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REC'N PLAY

No Recife, Luciano Huck defende desburocratização do Estado

O apresentador palestrou nesta quarta-feira (2) no Cais do Sertão

Publicado em 02/10/2019, às 17h51

Durante a palestra, Huck não falou diretamente sobre a sua possível candidatura nas eleições de 2022 / Foto: Filipe Jordão/ JC Imagem
Durante a palestra, Huck não falou diretamente sobre a sua possível candidatura nas eleições de 2022
Foto: Filipe Jordão/ JC Imagem
JC Online

O apresentador da Rede Globo Luciano Huck, que é considerado uma incógnita das eleições de 2022, falou para 200 pessoas, nesta quarta-feira (2), no Cais do Sertão. A palestra foi uma das mais esperadas pelo público, que teve mais de 25 mil pessoas inscritas e fez parte da programação do Rec'n'Play, que começou nesta quarta. O apresentador comentou, entre outros assuntos, sobre a importância da tecnologia no desenvolvimento da sociedade e também defendeu a desburocratização do Estado. Durante a palestra, Huck não falou diretamente sobre a sua possível candidatura. 

"Se a gente quer um país eficiente, do ponto de vista de ser friendly para o empreendedorismo, e um país afetivo, que cuide, que olhe para as pessoas, que se preocupe com as oportunidades e com a juventude, a tecnologia vai fazer a diferença", afirmou Huck. Durante um momento em que foi aberto para o público fazer perguntas, o apresentador foi questionado sobre o que o Estado tem que fazer para ser empreendedor. Huck foi categórico e disse que "o Estado não tem que ser empreendedor. Quem tem que empreender é a sociedade". Segundo ele, o Estado é "muito incompetente". O apresentador defendeu um Estado mais desburocratizado, que dê crédito, que "dê acesso, independente do lugar que você tenha nascido ou pelo seu nome".



Durante a palestra, o apresentador ainda relatou que um dos seus maiores incômodos no Brasil são as desigualdades. "Se a gente não se preocupar na redução de desigualdades, se a gente não conseguir chegar a qualidade da escola do pobre ser a mesma qualidade da escola do rico, que o hospital esteja a mesma coisa, que a gente não pense em alimentar o filho de quem tem menos, não por descartes, mas com a mesma qualidade que alimentamos nossos filhos. Se não for assim, esse país não vai dar certo, não tem como dar certo. Este é o assunto que mais me incomoda e tem orbitado todas as minhas movimentações", comentou.

No final da palestra, o apresentador ressaltou a importância do coletivo para superar todos os desafios, não só os do Brasil, como também os do mundo. "Nós temos uma série de desafios pela frente, mas eu tenho certeza que a solução passa por todos nós, porque sozinho a gente não chega a canto algum", finalizou.


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