Jornal do Commercio
PESQUISA IPMN/JC

Maioria credita o racha do PT-PSB a Eduardo Campos

40% dos eleitores entrevistados informaram saber que o governador não é mais aliado de Dilma e Lula. Deles, a maior parte (74% ) atribui o rompimento ao socialista

Publicado em 29/10/2013, às 00h04

Do JC Online

Um episódio com opinião formada entre os eleitores com informação. Depois de 11 anos de aliança política no País e no Estado, e pouco mais de um mês após a entrega de cargos pelo PSB ao governo federal do PT, 74% dos eleitores pernambucanos – entre os que revelam saber que petistas e socialistas não são mais aliados – apontam o governador Eduardo Campos como o responsável pelo rompimento com a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Apenas 10% consideram que os petistas é que romperam com o socialista e 16% não souberam ou não quiseram responder.

Infográfico

racha

De acordo com a pesquisa IPMN/JC, 40% dos 2.423 eleitores entrevistados, no Estado, afirmaram estar informados que Eduardo não é mais aliado dos líderes petistas, e nesse universo de pessoas informadas é que 74% creditam ao socialista a iniciativa do afastamento. Os dados da pesquisa demonstram, ao mesmo tempo, que há índices significativos de desinformados no eleitorado. Exatos 45% não souberam responder se Eduardo ainda é aliado de Dilma e Lula e outros 14% disseram que o socialista é aliado.



Se a grande maioria de eleitores informados tem opinião firmada sobre o autor do rompimento, uma maioria também (43%) não quer que o presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, e os petistas Dilma e Lula voltem a ser aliados. Ou seja, quer que o rompimento não tenha volta. Um quarto dos eleitores (25%), porém, é saudosista e deseja que a aliança seja retomada, enquanto para outro um quarto do eleitorado (24%) é indiferente eles estarem ou não aliados.

A pesquisa constata, ainda, entre os 40% que sabem que Eduardo, Dilma e Lula não são mais aliados, que ao estratificar as respostas por classes sociais – renda e instrução –, os com grau de instrução superior (88%) e maior renda (86%) são os que mais atribuem ao governador o rompimento entre o PSB e o PT.




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